Em meu nome e em nome dos meus pais, hoje idosos e enfermos, manifesto público pesar pelo falecimento de um dos maiores benfeitores que Vitória do Mearim já conheceu: o sacerdote Italiano Sérgio Ielmetti, que dedicou 50 dos quase 90 anos da sua existência missionária à catequese cristã e ao desenvolvimento social do povo vitoriense.
Sou muito grato a Deus pela convivência que me permitiu ter com esse grande cidadão italo-brasileiro durante toda a minha vida, mais intensamente nas minhas infância e adolescência e, desde o ano 2000, como confrade da Academia Arariense-Vitoriense de Letras.
Com ele aprendi muitas lições. A maior delas foi a de que não somente é cristão dar o peixe, mas igualmente ensinar a pescar, a fim de que os seres humanos sejam livres de amarras que possam escravizá-los.
Nunca me esqueci e jamais me esquecerei da sua importância na minha vida a na vida da minha geração, notadamente daquela turma de pouco mais de 30 alunos que, pela primeira vez, conseguiram em 1977, no Instituto Nossa Senhora de Nazaré, que ele revitalizou e expandiu, concluir o segundo ciclo do antigo 1o Grau, hoje Ensino Fundamental, que ele mesmo criara. Essa turma, cuja grande parte, na qual me incluo, estudou no Instututo desde a 1a. série primária, prestou-lhe o tributo devido em setembro do ano passado, assentando no pátio do colégio a sua efigie metálica. Conseguimos, felizmente, dar-lhe as flores em vida.
Sinto-me muito grato, repito, por ter colhido frutos das sementes que Monsenhor Sérgio Ielmetti plantou no solo fértil da Vitória. E honrado por ter ele feito parte da minha vida.
Vereador, homenageei-o com a proposta, aprovada, de conceder-lhe o título de cidadão vitoriense, em 1989.
Passados 30 anos desde então, começo a prestar-lhe agora as devidas homenagens póstumas.
Descanse em paz, querido amigo, mentor e benfeitor Padre Sérgio Ielmetti!
Turma do Instituto Nossa Senhora de Nazaré do ano de 1977 com o Pe. Sérgio Ielmetti.
Inauguração da esfinge de Pe. Sérgio
Sou muito grato a Deus pela convivência que me permitiu ter com esse grande cidadão italo-brasileiro durante toda a minha vida, mais intensamente nas minhas infância e adolescência e, desde o ano 2000, como confrade da Academia Arariense-Vitoriense de Letras.
Com ele aprendi muitas lições. A maior delas foi a de que não somente é cristão dar o peixe, mas igualmente ensinar a pescar, a fim de que os seres humanos sejam livres de amarras que possam escravizá-los.
Nunca me esqueci e jamais me esquecerei da sua importância na minha vida a na vida da minha geração, notadamente daquela turma de pouco mais de 30 alunos que, pela primeira vez, conseguiram em 1977, no Instituto Nossa Senhora de Nazaré, que ele revitalizou e expandiu, concluir o segundo ciclo do antigo 1o Grau, hoje Ensino Fundamental, que ele mesmo criara. Essa turma, cuja grande parte, na qual me incluo, estudou no Instututo desde a 1a. série primária, prestou-lhe o tributo devido em setembro do ano passado, assentando no pátio do colégio a sua efigie metálica. Conseguimos, felizmente, dar-lhe as flores em vida.
Sinto-me muito grato, repito, por ter colhido frutos das sementes que Monsenhor Sérgio Ielmetti plantou no solo fértil da Vitória. E honrado por ter ele feito parte da minha vida.
Vereador, homenageei-o com a proposta, aprovada, de conceder-lhe o título de cidadão vitoriense, em 1989.
Passados 30 anos desde então, começo a prestar-lhe agora as devidas homenagens póstumas.
Descanse em paz, querido amigo, mentor e benfeitor Padre Sérgio Ielmetti!
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| Washington Cantanhede ao lado da efígie que a sua turma do Instituto Nossa Senhora de Nazaré mandou erigir em homenagem ao Padre Sergio, inaugurada no dia 06.09.2018. |
Inauguração da esfinge de Pe. Sérgio






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