29/04/2026

PROJETO DA VEREADORA MARCIONEIDE QUE CRIOU O GABINETE COMPARTILHADO É PREMIADO EM BRASÍLIA

O projeto da vereadora Marcioneide, responsável pela criação do Gabinete Compartilhado, foi reconhecido nacionalmente e premiado em Brasília. A iniciativa se destaca por propor uma atuação suprapartidária , reunindo 10 gabinetes aderentes em uma lógica de cooperação, diálogo e construção coletiva.

Mais do que uma proposta administrativa, o Gabinete Compartilhado aproxima o poder público da comunidade, amplia a escuta ativa da população e fortalece a participação cidadã nas decisões. Com isso, rompe práticas tradicionais e se consolida como um pensamento inovador na política maranhense, apontando caminhos mais transparentes, colaborativos e conectados com as reais demandas sociais.



HÁ 300 ANOS, A PAZ COM OS BARBADOS: EPISÓDIO CRUCIAL DA ORIGEM DE VITÓRIA DO MEARIM

                                       Por: Washington Luiz Maciel Cantanhêde

Permita-me que lhe conte um pouco dessa história de 300 anos atrás, pedaço de uma crônica esquecida pela sucessão das gerações e que, felizmente, a decifração de velhos documentos, hoje disponíveis para pesquisa, possibilita que seja resgatada.

Era o ano de 1726. 

Em uma área do Rio Mearim situada entre as atuais cidades de Vitória do Mearim e Arari, habitava há cerca de dez anos o português Vitoriano Pinheiro de Meireles.

Morador de Belém do Pará, onde era militar e tinha posses, e casado com uma neta do falecido Vital Maciel Parente, que tinha sido capitão-mor do Maranhão e dono de engenhos no Itapecuru e no Mearim, ele fora seduzido pelo governador Cristóvão da Costa Freire (1707-1718) a mudar-se para a ribeira do último com toda a sua família. Na região, levantou dois engenhos reais de fabricação de açúcar, também núcleos de resistência aos ataques indígenas que tinham inviabilizado, até aquele momento, a efetiva colonização da região. Um desses engenhos, o mais importante, foi erigido sobre os escombros do que outrora pertencera a Vital Maciel Parente. 

Na verdade, do início da ocupação do Maranhão até então, as margens do Mearim estavam ocupadas por moradores afastados uns dos outros, exceto no lugar chamado Sítio, sede da Freguesia de Nossa Senhora de Nazaré, criada em 1723, onde se concentravam alguns, e ocupadas somente ao longo de poucas léguas após a sua foz, totalizando menos de cem portugueses.

A presença marcante de Vitoriano de Meireles, com família, muitos agregados, empregados e escravos seria, portanto, fator decisivo para a mais larga ocupação portuguesa da Ribeira do Mearim. Sua luta, porém, não vinha sendo nada fácil até aquele ano de 1726, a começar pela omissão da Coroa na concessão dos incentivos e benefícios que, de praxe, em situações como aquela, Sua Majestade costumava fazer, os quais lhe tinham sido prometidos. 

Vinham sendo intensas, na década de 1720, as incursões portuguesas para neutralizar a ofensiva de várias nações indígenas do Maranhão, a exemplo dos ferocíssimos Barbados, que então habitavam uma região entre o Itapecuru e o Mearim, donde partiam para o ataque aos estabelecimentos coloniais portugueses das margens deste rio. Nos engenhos de Vitoriano, exatamente por isso, para defender-se, todos viviam de armas nas mãos.

O padre italiano Gabriel Malagrida, da Companhia de Jesus, sacerdote que servia à Coroa Portuguesa, abraçara, com todo o risco inerente a isso, a missão de catequizar os Barbados no final de 1725. Para chegar até eles, o jesuíta saiu da Aldeia de Maracu (hoje, cidade de Viana), desceu o Pindaré até a confluência com o Mearim, e por este subiu até o engenho de Vitoriano, parada necessária para descanso apropriado, eventual obtenção de reforço humano (um guia ou um “língua”, por exemplo) e indispensável coleta de orientações e víveres.

Muito sofreu Padre Malagrida naquela missão, haja vista a rebeldia constante dos indígenas, que, apesar de presenteados materialmente e assistidos espiritualmente pelo missionário, o tratavam com ferocidade, negando-lhe alimento, subtraindo-lhe os pertences e até tentando contra a sua vida. 

Ao fim da malograda tentativa de catequese, a fuga improvisada do jesuíta, diante da morte que lhe era anunciada, levou-o, com dois jovens nativos que lhe eram fiéis e um português, que o acompanhavam, a vagar errante pelas matas, até chegar à margem do Mearim, que já não esperavam encontrar, de onde partiram em duas toscas jangadas fabricadas pelos indígenas, descendo o rio ao sabor das correntezas, espreitados e ameaçados pelos Barbados, e escapando da morte por afogamento, até chegarem aos estabelecimentos portugueses.

Mas essa foi a última grande hostilidade feita pelos Barbados aos portugueses. Logo, uma tropa seria organizada pelos lusos para dar-lhes guerra, sob o comando do capitão Francisco de Almeida, com a participação de indígenas da Serra da Ibiapaba, Tupinambás, Guajajaras, Palajases e de outras nações. Após alguns combates, conseguiram vencer definitivamente os Barbados.

Nos dias 30 de março e 27 de abril daquele ano de 1726, em São Luís, capital do Maranhão, no palácio do governador e capitão-general do Estado, João da Maia da Gama, reúnem-se com este várias autoridades eclesiásticas (jesuítas, franciscanos, carmelitas e mercedários), civis e militares, além de indígenas principais da Aldeia Grande e da Aldeia Pequena dos Barbados, bem como dos seus aliados das aldeias dos Guanarés e dos Aroazes.

Constou em documento que tinham estes comparecido para pedir que se lhes “admitisse a pazes”, amedrontados, depois de vencidos na guerra, comprometendo-se a vir, com os seus, para o arraial dos portugueses levantado no Rio Mearim (para “servir a Sua Majestade, que Deus guarde, com os seus parentes que eram já vassalos do dito Senhor” junto ao Arraial de São José do Mearim, e debaixo das armas dele).

Celebrada solenemente a paz, de tudo foram lavrados os competentes termos de pazes pelo escrivão comissário da Ouvidoria Geral. Assinaram-no, além do governador e capitão-general, as outras autoridades e, pelos líderes indígenas e intérpretes, que não sabiam ler nem escrever, o escrivão da Câmara. Estiveram presentes, representando as nações até então hostis: no dia 27, Parapupaya ou Curu - principal da Aldeia Grande dos Barbados, Anguty ou Anuty – principal dos Aroazes, e Curiju – principal da aldeia dos Guanarés; e no dia 30, Murucu – maioral dos Guanarés, e Cabatuna – um dos principais da Aldeia Pequena dos Barbados, representando o maioral Vacudé. 

São Luís do Maranhão comemorou festivamente aquela conquista.

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Ante a solicitação dos próprios indígenas derrotados, partiu Gabriel Malagrida para nova missão entre os Barbados. A desconfiança recíproca, contudo, ainda era grande e nada garantia o seu sucesso, sequer a volta dos que se aventurassem nela. 

Ainda assim, Vitoriano Pinheiro de Meireles enviou para a missão, como acólito de Malagrida, seu filho de 11 anos de idade, chamado José, ciente de que, na prática, a criança ficaria em poder dos Barbados na condição de refém. Era uma prova de sua boa vontade, do seu desejo de estabelecer paz duradoura com os nativos. 

A esse tão corajoso quanto diplomático gesto do senhor de engenho associou-se a ardente caridade do jesuíta, vivendo em pobreza entre os Barbados, pregando e lhes dando assistência. O resultado não tardou: enviaram os chefes indígenas seus filhos para o engenho de Vitoriano, igualmente na condição de virtuais reféns. 

Mas como o português os tratasse tais quais filhos, em pouco tempo, no seu engenho, encontravam-se os próprios chefes e suas famílias, hospedados com fidalguia por aquele homem de larga visão. É tocante o relato que desse episódio memorável da história da colonização do Mearim, e da própria história do Maranhão, fizeram os padres jesuítas que dele tomaram parte, inclusive Malagrida.

Iniciava-se a paz duradoura no baixo curso do Mearim. 

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Poucas décadas depois, já haviam, Rio Mearim acima, surgido pequeninos povoados nas paragens de além do engenho de Vitoriano Pinheiro de Meireles, que depois passaria a ser chamado de Engenho Grande, nome pelo qual ainda hoje é denominado o povoado que surgiu no lugar. Um daqueles lugarzinhos era o Arraial de São José. 

Outro lugarzinho, na vizinhança, crescia bastante após a paz com os Barbados. Viria a ser o maior de todos. Estava localizado em um sítio relativamente alto daquela região ribeirinha de margens a pique e, exatamente por isso, estava vocacionado a ser o principal da região da Ribeira do Mearim. 

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O padre Gabriel Malagrida, um dos mais completos missionários jesuítas do período colonial, crítico, a seu modo, dos costumes portugueses, foi perseguido pelo Marquês de Pombal, espécie de primeiro-ministro do Reino de Portugal na época. Acusado de heresia, em razão do conteúdo de obras escritas no cárcere, Pombal acionou o Tribunal da Inquisição de Portugal para condená-lo. Obtida a condenação, com grilhões nos pulsos e freio na boca, Malagrida foi estrangulado e queimado, da noite do dia 20 à madrugada do dia 21 de setembro de 1761. 

Vitoriano Pinheiro de Meireles, o grande senhor de engenho da Ribeira do Mearim, estava, até agora, esquecido na história do Mearim. 

O menino José, seu filho – na idade adulta, conhecido como José Pinheiro de Meireles Maciel Parente (adotou o sobrenome materno como o principal), capitão-mor da Ribeira do Mearim e um dos primeiros juízes ordinários do Julgado do Mearim –, com largo trânsito entre os índios da região, teve, pelo menos, um filho com uma indígena, Antônio Felipe de Meireles, que, rico no final da vida, radicou-se em São Luís, onde deixou descendência. 

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O lugarzinho da vizinhança do Arraial de São José, a paragem Vitória, logo seria conhecido como Arraial da Vitória, passaria a ser a sede da Freguesia de Nossa Senhora de Nazaré (pois o lugar Sítio se revelara impróprio para essa finalidade), a sede de um julgado (criado em 1747) e também a sede do primeiro município do Mearim (criado em 1833), tornando-se, com o avançar da procissão dos séculos, a cidade de Vitória do Mearim, assim denominada oficialmente cerca de duzentos anos depois, em 1948. 

Quando o lugar ainda era Arraial da Vitória e a construção da nova igreja matriz da Freguesia nele estava ocorrendo (seria inaugurada em novembro de 1784), foi no interior desta que se deu, em meados de maio de 1781, o sepultamento de alguém que sempre morou na Ribeira do Mearim e, em seus últimos dias, morava naquele arraial. 

Merecidamente, foi um dos primeiros cujos restos mortais passaram a repousar no templo.

Chamava-se José Pinheiro de Meireles Maciel Parente.

REUNIÃO INFORMATIVA DO BANCO DA AMAZÔNIA COM EMPREENDEDORES DE VITÓRIA DO MEARIM

 O Banco da Amazônia em parceria com a Sala do Empreendedor de Vitória do Mearim realizará uma reunião voltada para a linha de crédito destinada aos empreendedores do município.



28/04/2026

EXPEDIÇÃO CAMINHO DAS CORRENTES AGITOU O FINAL DE SEMANA NO RIO MEARIM


A Expedição Caminhos das Correntes foi realizada neste fim de semana, sábado e domingo, reunindo participantes em uma jornada especial pelas águas do Rio Mearim. O trajeto teve início em Vitória do Mearim e seguiu até Penalva, na região da Baixada Maranhense.

O evento contou com a participação de aventureiros e amantes da natureza, que percorreram o rio em jet skis, promovendo integração, turismo e valorização das riquezas naturais da região. Durante o percurso, os participantes puderam apreciar paisagens típicas da Baixada, com sua diversidade de fauna e flora, além de vivenciar de perto a cultura das comunidades locais.

A Expedição Caminhos das Correntes já se consolida como um evento importante para o fortalecimento do turismo ecológico e da identidade cultural da Baixada Maranhense, reunindo pessoas em torno de uma experiência única de conexão com a natureza e com as tradições locais.

A expedição terminou no domingo em Penalva na Baixada Maranhense na praia artificial que foi feita recentemente no município. O empresário João Emanuel que foi um dos organizadores do evento falou que ficou muito feliz com o sucesso da expedição e que a valorização das riquezas naturais da região é muito importante para o turismo local.







PT NACIONAL DECIDE POR CANDIDATURA PRÓPRIA DE FELIPE CAMARÃO AO GOVERNO DO MARANHÃO

O Partido dos Trabalhadores (PT) decidiu, em âmbito nacional, que terá candidatura própria ao Governo do Maranhão nas próximas eleições. O nome escolhido para liderar o projeto é o atual vice-governador do estado, Felipe Camarão, que passa a ser a principal aposta da sigla para a disputa.

A decisão foi confirmada pelo presidente nacional do partido, Edinho Silva, que reforçou a estratégia da legenda de fortalecer candidaturas próprias nos estados, especialmente onde o partido possui lideranças consolidadas.

No Maranhão, a escolha por Felipe Camarão representa um movimento de afirmação política do PT, que busca ampliar sua presença e protagonismo na região. Camarão, que já ocupa posição de destaque na atual gestão estadual, é visto internamente como um nome competitivo e alinhado às diretrizes nacionais do partido.

Com essa definição, o PT também deixa claro que não irá apoiar o nome de Orleans Brandão na disputa pelo governo estadual, marcando uma ruptura no cenário político local e redesenhando as alianças para o próximo pleito.

A decisão deve impactar diretamente a configuração das candidaturas no Maranhão, abrindo espaço para novas articulações e possíveis reconfigurações entre partidos e lideranças políticas.

Nos próximos meses, a expectativa é que o PT intensifique a pré-campanha de Felipe Camarão, com agendas políticas, articulações regionais e fortalecimento da base aliada.

27/04/2026

APÓS SOLICITAÇÃO DE MARIANO COSTA, VITÓRIA DO MEARIM É CONTEMPLADA COM UMA AMBULÂNCIA DO PROGRAMA MAIS ESPECIALISTAS DO GOVERNO FEDERAL

Marcio jardim publicou no X antigo twitter uma grande sacada do Se. Municipal de Cultura da nossa cidade Vitória do Mearim-Ma, Mariano Costa. 

Ele poderia ter solicitado algo relacionado à sua secretaria, mas não, sabendo da importância de uma ambulância para nosso povo, ele humildemente deu prioridade a saúde!

Marcio Jardim e Mariano Costa são amigos há muitos anos, dos laços que existem há anos entre Vitória do Mearim e Arari. 

O blog parabeniza os dois pela atitude.

Vitória do Mearim agradece!

26/04/2026

MÃES DE ALUNOS DA REDE MUNICIPAL DE VITÓRIA DO MEARIM FARAM REIVINDICAÇÕES NESTA TERÇA-FEIRA

Mães de alunos da rede municipal de Vitória do Mearim-Ma faram reivindicações nesta terça-feira 28 de abril para buscarem melhorias no ensino como por exemplo o início das aulas em algumas escolas do município, veja:




ENCONTRO NACIONAL DO PT MARCA AJUSTES FINAIS DA ESTRATÉGIA NO MARANHÃO

O encontro nacional do PT realizado em Brasília neste final de semana marcou uma etapa definitiva para a tática eleitoral a ser realizada no Maranhão. Com a presença do vice-governador Felipe Camarão, da senadora Eliziane Gama e do deputado federal Rubens Pereira Júnior, todos do PT, o encontro mostra uma cúpula estadual cada vez mais afinada nos rumos para o Maranhão.

O evento de Brasília tem como principal foco antecipar tendências que ditarão os rumos das eleições, com atenção principal a reeleição do presidente Lula. No entanto, ajustes importantes para as candidaturas locais são realizadas nesse momento.

Ao lado de figuras como Edinho Silva, Fernando Haddad, José Dirceu e outros dirigentes nacionais, os principais mandatários do Maranhão defendem uma tática que visa fortalecimento do partido no estado.

“Temos a nossa pré candidatura ao governo do estado cada vez mais forte. O PT tem pré-candidato a governador do Maranhão e garantirá mais uma vez ampla votação para o presidente Lula,” declarou Camarão neste domingo (26).

24/04/2026

IEMA PLENO DE VITÓRIA DO MEARIM, PRÉDIO TEM ANOS E NUNCA FOI ENTREGUE

Hoje, o Iema de Vitória do Mearim mostra o retrato da atual gestão: obras não entregues e a educação deixada em segundo plano. É inacreditável ver um projeto que deixamos praticamente pronto, em 2022, sem entrega até hoje. Enquanto isso, os estudantes são penalizados.



CACHORRO MORRE ESFAQUEADO DURANTE BRIGA DE VIZINHOS EM ARARI

Um cachorro morreu nesta sexta-feira (24) após ser esfaqueado durante uma briga entre vizinhos no povoado Peri-Mirim, no município de Arari, a cerca de 165 km de São Luís. Segundo a Polícia Civil do Maranhão, um homem foi preso suspeito de cometer o crime.

De acordo com as investigações, o animal, chamado “Simba”, foi atingido por um golpe de facão após um desentendimento entre vizinhos. O golpe atingiu a região da coluna, causando perda de sangue. O cachorro não resistiu aos ferimentos e morreu horas depois.

“Após um desentendimento entre vizinhos, o autor efetuou um golpe na coluna do animal, que perdeu uma quantidade crítica de sangue e veio a óbito horas depois. As equipes foram até o local e efetuaram a prisão em flagrante do autor, que foi levado para o presídio e segue aguardando audiência de custódia”, informou Henrique Tanaka, delegado regional de Arari.

Após o crime, a Polícia Militar do Maranhão foi acionada e realizou a prisão em flagrante. O suspeito foi encaminhado à Unidade Prisional de Viana, onde permanece à disposição da Justiça.

Segundo a Polícia Civil, este é o segundo caso de maus-tratos com morte de animal registrado em Arari em um intervalo de apenas dez dias. A instituição reforça a importância de denúncias em casos semelhantes.

De acordo com as investigações, o animal, chamado “Simba”, foi atingido por um golpe de facão após um desentendimento entre vizinhos. O golpe atingiu a região da coluna, causando perda de sangue. O cachorro não resistiu aos ferimentos e morreu horas depois.

“Após um desentendimento entre vizinhos, o autor efetuou um golpe na coluna do animal, que perdeu uma quantidade crítica de sangue e veio a óbito horas depois. As equipes foram até o local e efetuaram a prisão em flagrante do autor, que foi levado para o presídio e segue aguardando audiência de custódia”, informou Henrique Tanaka, delegado regional de Arari.

“Isso acende um alerta preocupante sobre a crueldade praticada contra animais na região e reforça a necessidade de ações coletivas de fiscalização e conscientização permanente”, destacou o delegado.

G1 MA